Insegurança e meu corpo

Insegurança é um sentimento, mal-estar geral ou nervosismo que pode ser desencadeado pela percepção de si mesmo, ser vulnerável de alguma forma, ou um senso de incapacidade ou instabilidade que ameaça a própria autoimagem ou ego.

Uma pessoa que é insegura não tem confiança em seu próprio valor e em uma ou mais de suas capacidades, não tem confiança em si mesma ou em outros, ou teme que um estado positivo presente seja temporário e irá decepcioná-la e causar-lhe perdas ou sofrimento por “dar errado” no futuro. Este é um traço comum, o qual difere apenas em grau entre as pessoas.” (Wikipédia)

Esse tema pode ser um pouco forte e delicado não é mesmo? E talvez você até esteja se perguntando o porquê a insegurança estar ligada ao nosso tipo físico. Queremos te confessar que infelizmente ou felizmente muita coisa. Mas como assim Lu e Erika?

Vejamos… se eu estou insegura com meu corpo e começo a me comparar com outras pessoas, fico alimentando esse tipo de pensamento, logo, fico insegura. Nos tornamos vulneráveis e nos sentindo incapazes. Esse tipo de pensamento ameaça nossa saúde emocional e automaticamente sabota nossa autoimagem.

O que podemos fazer para transformar essa insegurança em segurança?

O primeiro passo é a auto aceitação: nosso jeito e como viemos ao mundo. Se temos algo para mudar e conseguimos, ótimo! Mas o passo mais importante é quando queremos mudar algo e por motivos maiores não podemos ou não conseguimos.

Um exemplo disso pode ser a altura de uma pessoa:

  • Uma pessoa alta não tem como mudar sua estatura, o máximo que consegue é não usar salto.
  • A pessoa baixa que queira ser mais alta ainda pode usar um salto, mas esse é o seu máximo.

Nos dois casos nós devemos nos conformar e nos aceitar como somos, pois não é algo que pode ser alterado. Diferente de um nariz, por exemplo, que possa incomodar e afetar sua autoestima, podemos fazer intervenções estéticas caso queira ou sinta necessidade por algum motivo.

O que queremos dizer é que nos deparamos com muitas “regras” na moda. E que essas “regras” acabam engessando a maioria das pessoas. Para nós que trabalhamos com isso acaba se tornando mais fácil para entender e usar de forma natural. Mas para muitos, isso se transforma em lei e trava sua criatividade. E não é isso que queremos.

O exemplo mais famoso são aqueles famosos biotipos femininos: oval, ampulheta, pêra, retângulo e triângulo invertido. Você já ouviu falar certamente em algum deles.

Nós queremos mostrar que você não precisa se enquadrar nisso. Você é um ser único com suas particularidades, demandas, necessidades e gostos pessoais. Talvez você seja um “tipo de corpo” ampulheta mas seja mais cheinha. Se você for ler na internet, as matérias relatam que esse “tipo” de corpo pode usar tudo o que quiser pois teoricamente é o tipo de corpo “perfeito” e desejado aos nossos olhos. Mas você já parou para se perguntar se essa pessoa que tem o corpo ampulheta talvez se aborreça com os braços grossos? Ou talvez as pernas grossas? Neste caso a sua necessidade será outra e não apenas marcar a cintura como lemos repetidamente.

Aqui podemos ver o mesmo biotipo, porem cada uma com suas particularidades, respeitando sua personalidade. (Pinterest)

Diante disso lançamos um convite para você:

Se olhe no espelho hoje, coloque uma roupa preta, justa e lisa de ginástica, vá para frente do espelho ver onde encontra sua “expressão corporal”, ou seja, onde incomoda mais você.

Depois disso, queremos que você olhe para todo o resto que não te incomoda e foque nesse tantão de coisas boas que você é constituída. Afinal, se tudo o que focamos cresce, pra que focar em “defeitos” se podemos focar em qualidades e fazer com que elas “cresçam?”

Temos certeza que já é um grande passo para você se aceitar e se amar. Entender onde está o que te incomoda e o que tem de melhor vai ajudar a fazer esse equilíbrio visual somente para você, sem te enquadrar em qualquer caixa de biotipo de corpo feminino.

Nosso intuito sempre será de inclusão, originalidade e autenticidade – lembram?

Que tal ser você e amar isso? Saber valorizar o que tem de melhor?

Temos certeza que esse é apenas o primeiro passo para sua insegurança se tornar segurança.

“Autenticidade é o preço que você paga para ser livre. Invista nisso!”

Com amor,

Por: Érika Waterkemper Biléssimo e Luana Barbosa

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